Em janeiro comecei a pensar em ser mae. Minha vida se resumia em sair, muitas vezes sozinha, meu marido pra um lado e eu pro outro. Todo final de semana era algo diferente e eu comecei a ficar cansada dessa vida, eu queria algo mais, algo que me completasse e me desse razao para viver.
Mas sempre que pensava em ter um filho logo desistia, pois tinha medo dele nascer com problema, minha casa nao esta toda pronta, meu marido nao ganha bem, eu trabalho muito e etc...... muitos medos vinham na minha cabeca.... Muitos tambem falavam pra esperar, esperar terminar a casa (que so Deus sabe quando conseguiremos) pelo menos. Mas eu pensava que se eu fosse esperar tudo na minha se resolver eu nao teria filho nunca, pois nunca estaremos preparados, nunca as coisas estarao prontas, e os problemas sempre poderao acontecer.
Ja tinhamos quase 5 anos de casamento, e juntos 6 anos e meio. Comecei a entender o que muitos diziam: "o casamento ta pedindo um filho". Por mais que saiamos, nos dirvertiamos, era tudo sempre a mesma coisa. Uma rotina com programacoes diferentes.
Fui ao ginecologista assim que acabou a carencia do meu plano, pois morei em Londres por 4 anos e la o preventivo e feito de 2 em 2 anos, e tudo pra eles e normal, eu sempre tive ovarios policisticos, e la eles nunca me fizeram um ultrassom pra ver como estava, eles diziam se eu estivesse me sentindo bem estava tudo bem.
Na consulta, colhemos o preventivo, e a medica foi me examinar. Ela sentiu um carocinho no meu seio e um bem grande no meu utero/ovario nao sei. Abriu um olhao e me passou uma ultrassom pra mama e uma endovaginal pra ver como estava e o que era, marquei logo pro dia seguinte.
Isto era uma quarta-feira, e um amigo me chamou pra ir a um culto na igreja nova que ele estava frequentando, fui, pois ha anos estava procurando uma igreja que sentisse bem.
Chegando la tinha uma pastora de fora que nao me lembro o nome, so me lembro que ela era uma mulher muito simples, daquelas bem tradicionais, de saia comprida, cabelo comprido, embora a igreja fosse super moderna. Nao me lembro o tema da palavra dela, mas me lembro que ela chamou a frente para orar quem tivesse enfermidades tanto emocionais quanto fisicas e tivesse tatuagens que ela iria ungir. La fui eu.
Ela comecou ungindo minhas tatuagens, eu estava de roupa tampando a maioria delas, e guiada por Deus, ela foi colocando a mao onde eu tinha cada uma mesmo sem ver. Eu fui a frente para que ela orasse pelos carocos que tinham sido detectados naquela manha, pois no dia seguinte eu faria um ultrassom.
Eu sempre tive muita FE. E sei que muitas coisas que eu tenho hoje nao sao porque sou uma "crentona" pois nao nao sou, cometo erros e nao frequento igreja alguma. Sei que Deus faz por mim pela minha fe.
A pastora comecou a orar por mim sem que eu dissesse uma palavra, ela nao me perguntou NADA, foi totalmente guiada por Deus, e num determinado momento ela colocou a mao no meu ventre e disse: "Que haja vida". E seguiu repetindo isso varias vezes. E eu senti que naquele momento tinha sido curada de algo que eu nem sabia que tinha tido um dia.
No dia seguinte fui fazer minha ultrassom, com medo claro, mas sabendo que eu tinha conseguido a cura.
A medica da ultra me disse: " Voce tem um utero/ovarios de uma menina de 15 anos". Nao tinha caroco algum la nem nos meus seios. Eu disse: "Eu sofri com cistos no ovario desde os 14 anos"...... a medica falou: "como?". Isso bastou pra mim!!!! Mais uma vez Deus se mostra na minha vida de uma maneira tao palpavel!!!!
Naquele dia parei com meu remedio na metade da cartela, orei, entreguei nas maos de Deus que quando eu tivesse que engravidar aconteceria, que fosse no momento DEle.
Menos de 02 meses depois eu estava gravida.
E meu ano de 2009 `comecou` assim: com milagres de Deus na minha vida!!! e esta terminando da mesma maneira com o milagre do nascimento do meu filho!!
E como as coisas de Deus sao perfeitas quem acompanha o blog sabe como minha gravidez foi perfeita, meu parto foi perfeito e meu pos parto tambem e meu filho tambem!
Nao consigo pedir nada a Deus pro ano de 2010 alem de muitos milagres na minha vida! Porque Ele sempre tem o melhor pra gente e nos da muito mais do que pedimos ou pensamos, Deus conhece nossas necessidades e mesmo que agente nao pessa, se temos Fe Ele nos da!
Desejo a todos que me acompanham muitos milagres de Deus, milagres de todos os tamanhos, de todas as maneiras como o simples fato de respirar!
Aline & Theodoro
Depois de uma tempestade que fez história, vem sempre uma nova história, todos os dias.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Sling
E eu posso dizer que foi o melhor item adquirido do enxoval! Quando ele nao quer dormir (isso tem acontecido agora, chega aficar 2h a 3h acordado) eh so enfiar ele ai dentro que nao da 10minutos ta num soninho gostoso e profundo! Fora a maravilha de carregar ele em lugares como shopping, supermercado e passeios! Agora, aguente o povo olhando, comentando e dando opiniao!!! Parece q o sling eh algo de outro mundo!!!! Falam que o bebe ta torto, que faz mal o bebe ficar todo encolhido, que doi o corpinho do bebe.... mais um monte de besteiras que agente escuta!!!
Meninas que vao parir, comprem um sling antes do bebe nascer!!! vale cada centavo!!!
O quê é "slingar" um bebê?
Em simples palavras, "slingar" um bebê é transportá-lo junto ao corpo, sustentado através de uma faixa. Em diversas culturas (indígenas, africanas, asiáticas), o transporte de bebês e mesmo crianças novinhas através de “tipóias” é um hábito, algo amplamente praticado. Isso por quê a tipóia atua como uma “barriga de transição” (traduzindo bem ao pé da letra), permitindo a continuação da conexão mamãe-bebê, o que é muito favorável ao desenvolvimento emocional desse bebê, além de facilitar a vida da mãe em suas tarefas diárias. Essa linha de pensamento você encontra no site: http://www.nineinnineout.org
O “carregar o bebê” tem uma relação próxima ao que é chamado nos EUA de “attachment parenting” (amamentação prolongada, o ser receptivo às necessidades do bebê, o dormir junto, mantendo o contato durante a noite, etc.). Esse meio de carregar / transportar seu bebê estabelece uma excelente comunicação com a criança desde o início da vida, mostrando ser este um meio mais relaxado e de maior conteúdo para vivenciar a relação pai/mãe/bebê. Mãe/pai calmo é bebê calmo também. É um bebê menos incomodado, que chora menos, que tem menos cólica, que dorme melhor à noite, que mama durante períodos maiores de tempo e mantém um período maior entre as mamadas.... Mãe/pai calmo é uma pessoa mais feliz, que pode sair, dar uma volta, que pode realizar suas tarefas diárias com maior concentração. Quem já teve um bebê 24 horas online consigo, sabe a importância de ter um bebê mais tranquilo.
O carregar a criança tem um sentido também de cuidar: ao invés de depositar nossos bebês em "recipientes" diferentes (carrinho, cadeirinha do carro, chiqueirinho etc.), ao “vestir” sua criança você estará compartilhando seu calor, o rítmo de sua respiração, o som de sua voz, o cheiro. Sim, somos mamíferos.... Isso significa que você estará mais receptiva às necessidades dessa criança, estabelecendo uma melhor comunicação com ela. De uma maneira breve, “vestir” sua criança é uma maneira de mostrar que você está sempre disponível para ela e que a conexão que vocês formaram durante 9 meses de gestação não terminou no nascimento.
Vantagens físicas ao “slingar” seu bebê.
O sling imita a posição natural dos braços maternos ao carregar o bebê. Ele segue a linha natural da coluna do bebê e não a pressiona diretamente em nenhum ponto. Diversos pediatras já receberam seus pequenos pacientes, slingados em suas respectivas mamães e aprovaram! Em breve postarei depoimentos aqui!
Ao transportá-la dessa maneira, e mais ainda na posição vertical, você estará prevenindo a regurgitação e reduzindo a formação das cólicas, favorecendo a digestão.
Quando a criança começa a sentar, o sling também permite o novo movimento, ainda sendo vantajoso, pois mantém as perninhas juntas, não forçando-as a se manter abertas, numa fase em que as articulações do quadril ainda estão se formando.
A criança / o bebê ao ser transportada num sling usufrui de movimento, prazer, calor humano, segurança e todos os sons ao qual estava acostumado na barriga. Os movimentos da mãe e o som de seus batimentos cardíacos estimulam seu sistema nervoso, particularmente o sistema que controla o equilíbrio do corpo.
O movimento experienciado pelo bebê num sling o encoraja a dormir durante e depois de ser transportado. Muitas mães me retornam comentando que acomodam seus pimpolhos(as) no sling e puft, as crianças dormem... O slingar favorece o desenvolvimento do senso de balanço, dos músculos do pescoço e das costas e de todos os aspectos psicomotores. Contrariando o que poderíamos pensar, crianças sentam e andam mais cedo nos países onde essa cultura predomina.
Por quê “vestir” seu bebê?
Um sling é mais confortável para os pais pois acomoda adequadamente o peso da criança pelos ombros e costas. Não há cintas, nem amarras que cruzam o corpo. Tudo isso permite que os pais “slinguem” seus bebês por mais tempo sem se cansar, com maior facilidade na hora de colocar e tirar o sling.
O sling permite que os bebês tenham a mesma visão que o adulto, no mesmo nível de altura, nas atividades desenvolvidas. Isso os deixa mais seguros e permite que eles observem de uma forma harmônica tudo e todos no mundo real. Bebês “slingados” são muito sociais e calmos.
Bebês “slingados” choram menos que outros pois o contato contínuo com um adulto significa que este adulto percebe imediatamente as necessidades do bebê e pode satisfazê-las sem espera. Pais que “slingam” seus bebês desenvolvem uma forte comunicação com a criança/bebê e compreendem melhor e mais rápido qualquer sinal de stress da criança.
“Slingar” um bebê reduz seu choro e inquietação em 43% durante o dia e 51% durante a noite, de acordo com um estudo em Pediatria datado de 1996. “Slingar” reforça a sensação de competência e auto-suficiência nos pais, dando-lhes certeza na maneira de satisfazer as necessidades da criança ...
“Slingar” um bebê reforça a comunicação entre ambos. Pais que “slingam” seus bebês interpretam de forma mais eficiente os sinais de seus bebês, e estes, mostram maior reação às expressões faciais e tons de voz de seus pais.
Slings são uma forma/ferramenta que pais, avós ou qq adulto dispõe para cuidar de um bebê. É uma maneira excelente de tornar uma criança familiarizada à pessoa que a cuida.
Slings custam muito menos do que qq carrinho, bebê conforto ou mochila para carregar bebê... Podem ser usados todos os dias pelo tempo que quisermos. O fator limitante será o peso do bebê/criança, em média, 20kg, com relação ás nossas costas. Estima-se esse peso para crianças entre os 3 e meio e 4 anos de idade. Atualmente minha filha está com 5anos e meio, pesa 23kg, levo-a no sling, nas costas.
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